quarta-feira, 2 de junho de 2010

Descoberto gene que prolonga vida até aos 100 anos



Cientistas descobriram o gene 'Metusalém'. Os portadores afortunados deste gene têm uma maior probabilidade de viver até aos 100 anos, mesmo que mantenham um estilo de vida pouco saudável.


Estes genes parecem proteger as pessoas contra os efeitos do fumo e uma má dieta e podem mesmo atrasar o aparecimento de doenças relacionadas com o envelhecimento como o cancro e doenças do coração, até três décadas.


Nenhum gene é uma fonte garantida de juventude. De acordo com novos estudos de famílias centenárias, o segredo para a longevidade reside provavelmente num 'conjunto' certo de genes. Esse tipo de combinação é no entanto extremamente rara — apenas uma pessoa em cada 10 mil atinge os 100 anos.


Os genes descobertos até ao momento parecem providenciar uma protecção extra contra doenças próprias do envelhecimento. Os centenários parecem ter maiores probabilidades de ter este tipo de genes embebidos no seu ADN.


«As pessoas que vivem mais tempo não têm menos genes que provoquem doenças ou envelhecimento» declarou Eline Slagboom da Universidade de Leiden, que lidera um estudo que envolve 3500 holandeses nonagenários. «Estas pessoas têm outros genes que impedem os genes que provocam doenças de serem activados. A longevidade está intrinsecamente ligada à genética e à hereditariedade».


Pensa-se que os genes Metusalém — nome bíblico do patriarca homónimo, que viveu até aos 969 anos — incluem a proteína Adiponectina, encontrada em cerca de 10 por cento dos jovens e em cerca de 30% das pessoas que vivem após a centena de anos.


SOL


http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=172797

Neodarwinismo - teoria sintética da evolução

No século XX, embora a ideia de evolução biológica fosse uma ideia já aceite pela comunidade científica, a explicação para essa evolução através da selecção natural apresentava ainda alguns pontos frágeis. Darwin, apesar de ter tido na sua secretária uma carta enviada por Mendel, onde este apresentava as primeiras ideias sobre a hereditariedade, não a valorizou. Deste modo, nunca esclareceu nem quais eram os mecanismos responsáveis pelas variações verificadas nas espécies, nem o modo como essas variações se transmitem de geração em geração. Com o desenvolvimento dos conhecimentos sobre a genética, foi possível encarar as ideias centrais da teoria de Darwin numa outra perspectiva. Por exemplo, o estabelecimento do conceito de mutação levou os geneticistas a considerarem as mutações como a base das mudanças evolutivas.

O resultado foi o aparecimento de uma teoria denominada Teoria Sintética da Evolução ou também chamada Neodarwinismo. O Neodarwinismo é uma teoria que complementa a teoria de Darwin, pois explica a variabilidade intraespecífica que Darwin não soube explicar. Esta foi introduzida por Julian Huxley, no seu livro “Evolução”, tendo como ideias fundamentais a variabilidade genética e a selecção natural.

O Neodarwinismo engloba duas ideias fundamentais:

- Variabilidade genética

- Selecção Natural

Variabilidade genética:

A diversidade do mundo vivo tem como fonte primária as mutações, e como fonte mais próxima a recombinação genética. As mutações introduzem novidade genética mas é principalmente a recombinação génica que cria a variabilidade favorecendo o aparecimento de uma multiplicidade de diferentes combinações de genes.

Mutações

As mutações ocorrem no DNA dos cromossomas, podendo afectar um ou mais nucleótidos ou até numerosos genes, alterando, neste caso, a estrutura dos cromossomas e/ou o seu número. Estas mutações podem ocorrer em qualquer altura da vida de um organismo e afectar qualquer célula.

O efeito das mutações na evolução varia também em função do gene mutado. Se numa mutação se origina um gene dominante, os seus efeitos manifestam-se e a selecção natural pode actuar sobre os indivíduos em que o gene se exprime. Se a mutação origina uma característica menos vantajosa, a selecção natural actua sobre o indivíduo no sentido de o eliminar progressivamente do meio.

Numa situação em que a mutação é desvantajosa não há contributo evolutivo (por exemplo as mutações somáticas e as letais e todas aquelas que conferem menor capacidade de sobrevivência).

Noutros caso, porém, as mutações têm um efeito favorável e permitem aos seus portadores viver mais tempo e reproduzir-se mais.

As mutações são a fonte primária de variabilidade genética, introduzindo nas populações novos genes.

Recombinação genética

Apesar de as mutações serem a fonte primária de variabilidade genética, a fonte mais próxima de diversidade nas populações é a recombinação genética que se obtém através da reprodução sexuada. Esta recombinação genética ocorre na meiose. A fecundação é um processo que também aumenta a variabilidade genética dos indivíduos.

Recombinação génica - A nível da meiose

Durante a meiose ocorre alguns processos que contribuem para a variabilidade genética.

Esses processos são:

Prófase I: ocorre o fenómeno denominado crossing-over. Os cromossomas homólogos emparelham e sobrecruzam-se em vários pontos podendo ocorrer quebras e trocas de segmentos entre cromatídeos de cromossomas homólogos.

Metáfase I: quando os bivalentes ocupam o plano equatorial do fuso mitótico, a colocação de cada cromossoma de cada par de um lado ou de outro do plano equatorial faz-se ao acaso.


Anáfase I: como a redução do número de cromossomas resulta da separação ao acaso dos cromossomas homólogos, surgem várias formas de combinações cromossómicas.

Anáfase II: redução do número de cromatídeos por cromossoma. Cada cromossoma passa a ter um só cromatídeo.

Recombinação génica - A nível da fecundação

A fecundação é uma fonte de variabilidade genética que existe nos indivíduos das populações.

Na fecundação a união de dois gâmetas ao acaso, de entre o grande número que se constitui, origina um zigoto que representa potencialmente um indivíduo.

Este aspecto aleatório do encontro dos gâmetas faz variar extraordinariamente as associações dos genes. Daqui resulta a possibilidade de se formar uma grande variedade de ovos que originam indivíduos diferentes entre si.

Por exemplo, um casal humano pode ter filhos com fenótipos bastante diferentes, porque cada progenitor produz muitos gâmetas com características genéticas diferentes e apenas um espermatozóide e um óvulo são necessários para a fecundação.

Se numa população sem produção sexuada ocorrem vinte mutações, originam-se no máximo vinte formas diferentes de indivíduos. Essas mesmas mutações em indivíduos com recombinação génica originam 220 novas formas de indivíduos.

Selecção natural

É sobre esta enorme diversidade de indivíduos de uma população que actua a selecção natural.

A selecção natural consiste numa reprodução diferencial que privilegia o conjunto génico mais bem adaptado em detrimento de um menos adaptado, que origina menos descendentes.

Cada conjunto génico confere determinadas potencialidades adaptativas aos indivíduos para um determinado meio e num determinado momento.

Quanto maior a diversidade, maior a probabilidade de uma população se adaptar a mudanças que ocorram nesse meio, pois entre toda essa diversidade pode aparecer um conjunto génico que seja favorecido pela selecção natural. As populações muito homogéneas e bem adaptadas podem ser eliminadas se, no seu habitat, ocorrerem, por exemplo, mudanças climáticas.

A selecção natural pode ser consequência de factores do meio físico (a temperatura, a humidade, o tipo de solo, etc.) e biótico (podem ser relações estabelecidas entre os seres como a predação, parasitismo, simbiose, etc.)

Quando as características do meio se alteram, o conjunto génico favorável pode deixar de o ser no novo ambiente.

Uma característica é ou não adaptativa conforme o ambiente em que se desenvolve e em relação às restantes características do indivíduo e, por isso, o conceito de “mais apto” varia no tempo, no espaço e com a espécie.

Fonte:

  • C:\Users\TMN\Desktop\escola\11 ANO\Biologia\Trabalhos de pesquisa\neodarwinismo\NeoDarwinismo.mht;
  • C:\Users\TMN\Desktop\escola\11 ANO\Biologia\Trabalhos de pesquisa\neodarwinismo\NeoDarwinismo.mht;
  • Livro de biologia de 11: “Terra, universo de vida”.

Evolucionismo


O evolucionismo afirma que as espécies animais e vegetais, existentes na Terra, não são imutáveis.

Até o século XVIII, o mundo ocidental aceitava com muita naturalidade a doutrina do criacionismo. De acordo com essa doutrina, cada espécie animal ou vegetal teria sido criado independentemente por ato divino.

O pesquisador francês Jean-Baptiste Lamarck foi um dos primeiros a negar esse postulado e a propor um mecanismo pelo qual a evolução se teria verificado. A partir da observação de que factores ambientais podem modificar certas características dos indivíduos, Lamarck imaginou que tais modificações se transmitissem à prole: os filhos das pessoas que normalmente tomam muito sol já nasceriam mais morenos do que os filhos dos que não tomam sol.
A necessidade de respirar na atmosfera teria feito aparecer pulmões nos peixes que começaram a passar pequenos períodos fora de água, o que teria permitido a seus descendentes viver em terra mais tempo, fortalecendo os pulmões pelo exercício; as brânquias, cada vez menos utilizadas pelos peixes pulmonados, terminaram por desaparecer.

Assim, o mecanismo de formação de uma nova espécie seria, em linhas gerais, o seguinte: alguns indivíduos de uma espécie ancestral passavam a viver num ambiente diferente; o novo ambiente criava necessidades que antes não existiam, as quais o organismo satisfazia desenvolvendo novas características hereditárias; os portadores dessas características passavam a formar uma nova espécie, diferente da primeira.


Em 1859, Charles Darwin publicou The Origin of Species (A origem das espécies), livro de grande impacto no meio científico que pôs em evidência o papel da selecção natural no mecanismo da evolução. Darwin partiu da observação segundo a qual, dentro de uma espécie, os indivíduos diferem uns dos outros. Há, portanto, na luta pela existência, uma competição entre indivíduos de capacidades diversas. Os mais bem adaptados são os que deixam maior número de descendentes. O darwinismo estava fundamentalmente correcto, mas teve de ser complementado e, em alguns aspectos, corrigido pelos evolucionistas do século XX para que se transformasse na sólida doutrina evolucionista de hoje. As idéias de Darwin e seus contemporâneos sobre a origem das diferenças individuais eram confusas ou erradas. Predominava o conceito lamarckista de que o ambiente faz surgir nos indivíduos novos caracteres adaptativos, que se tornam hereditários. Um dos primeiros a abordar experimentalmente a questão foi o biólogo alemão August Weismann, ainda no século XIX. Tendo cortado, por várias gerações, os rabos de camundongos que usava como reprodutores, mostrou que nem por isso os descendentes passavam a nascer com rabos menores. Weismann estabeleceu também a distinção fundamental entre células germinais e células somáticas.


Fonte: http://www.renascebrasil.com.br/f_criador2.htm

Fixismo

Criacionismo

As teorias criacionistas foram criadas pelo Homem para explicar a origem do universo, utilizando para isso, mitos já existentes.

A origem do universo é explicada, principalmente pelas seguintes formas:

Þ Pela tradição judaico-cristã Deus sendo perfeito, absoluto e independente de tudo, utilizou o seu poder para criar o universo durante seis dias e descansando no sétimo. No primeiro dia fez a luz, separando o dia da noite, no segundo criou o céu, criando a terra, o mar e as plantas no terceiro, no quarto dia criou o sol, a lua e as estrelas, os peixes e as aves na quinto dia, e por fim no sexto criou o resto dos animais incluindo o Homem que foi feito à sua imagem.

Þ Segundo a mitologia chinesa foi o Deus Absoluto, P¢an Ku, que a partir do seu sacrifício criou o mundo. O crânio serviu para a abóbada do firmamento, a pele serviu para a terra, os ossos serviram para fazer as pedras, do cabelo vieram as plantas e o sangue para os rios e oceanos. O vento foi o resultado da sua respiração, a voz transformou-se nos trovões, o seu olho esquerdo no sol e o seu olho direito na lua. Da saliva e suor veio a chuva e dos vermes que cobriram o seu corpo os Homens.

Þ Na mitologia grega o início está associado a um Caos Primordial. Do Caos nasceu a Terra e depois o Amor. Prometeu (filho de titã) criou artesanalmente a espécie humana com argila e água. Antena (deusa da sabedoria) encheu o seu interior de alma e de vida.

Þ No hinduísmo a criação e a evolução é um ciclo onde a renovação e a destruição são simbolizados pela dança do deus Shiva.

As ideias criacionistas perduraram até quase dois séculos atrás, devido à ”evolução” científica e ao aparecimento da liberdade de pensamento.

Existem alguns argumentos filosóficos contra o criacionismo, tais como:

Þ Uma teoria requer análises, estudos, testes e experiências, modificações e adaptações, logo o criacionismo não pode ser considerado, propriamente, uma teoria pois é abstracto, indemonstrável, e desprovido de bases científicas.

Þ O criacionismo é constituído por mitos criados pelas religiões.

Þ O criacionismo esforça-se por adaptar os acontecimentos da natureza aos seus dogmas pré - concebidos.

Reflexão:

Eu fiz este trabalho porque, apesar de eu não concordar que a vida humana tenha sido criada através de Deuses sem qualquer evolução, acho interessante este tipos de mitos e como antes da evolução científica e tecnológica os nossos antepassados acreditaram pela simples fé, sem precisarem de provas.

Fonte:

Http://curlygirl.no.sapo.pt/evolucao.htm

quarta-feira, 24 de março de 2010

Reprodução dos 4 animais escolhidos por nós

Reprodução da Tartaruga Corcunda
As tartarugas não são animais de cérebro evoluído, mas têm extremamente desenvolvida a visão, o olfacto e a audição, além de uma fantástica capacidade de orientação. Isso faz com que, mesmo vivendo dispersas na imensidão dos mares, saibam o momento e o local da reunião para reprodução. A reprodução das tartarugas compreende dois momentos: o acasalemento e a desova, possuindo fecundação externa.
Clica na hiperligação que te aparece abaixo e obtém mais informações acerca deste tema:

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=128e010e6da52dff&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g9rb9t5k0&zw

Desova das Tartarugas

Reprodução das Baleias
As baleias são animais de grande porte e reproduzem-se sexuadamente. A gestação dura aproximadamente 12 meses e há um intervalo entre gestações que pode variar entre os 2 e 3 anos.Pondo por isso considerar-se que a estraégia de reprodução das baleias faz com que estas tenham poucos filhos.

Clica na hiperligação que te aparece abaixo e obtém mais informações acerca deste tema:
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=127911cea56d5bbd&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g76cm0p50&zw
Reprodução do Peixe Palhaço

Os peixes palhaço são hermafroditas, ou seja, possuem dois sexos e podem mudar conforme a necessidade. Isto acontece porque os peixes enquanto são jovens não têm o sexo definido. O seu processo de reprodução caracteriza-se por possuir dois momentos: acasalamento e desovamento, tendo fecundação externa.

Clica na hiperligação que aparece abaixo e obtém mais informações sobre este tema: https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=127911cea56d5bbd&attid=0.2&disp=attd&realattid=f_g76d959a1&zw

Reprodução do Leão

O leões são felinos, de hábitos gregários, que vivem em bandos de 5 a 40 indivíduos. Estes felinos reproduzem-se sexuadamente, por fecunfação interna. O tempo de gestação dos lões é, em média, de 100 a 108 dias, tempo ao fim do qual nascem entre 3 e 4 filhotes. As leoas só podem ter crias a cada dois anos.

Clica na hiperligação que te apresentamos abaixo e obtém mais informações acerca deste tema: https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=128e393dae700f1b&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g9sa78f40&zw

Reprodução nos musgos e nos pinheiros

Os musgos e os pinheiros pertencem a diferentes grupos de plantas, que traduzem a diversidade de gametângios existentes na natureza. Os pinheiros são plantas mais complexas que os musgos.

Musgos



Os musgos são plantas sem tecidos vasculares, pertencem ao grupo das briófitas. São plantas de pequeno porte, mas apesar disso possui um processo de reprodução complexo e apresentam um ciclo de vida haplodiplonte.

Clica na hiperligação abaixo apresentada para obter mais informações acerca deste tema:



Pinheiros

Os pinheiros pertencem ao grupo das traqueófritas e gimnospérmicas, pois são plantas com tecidos vasculares mas sem flor. As estruturas reprodutoras denominam-se cones, existem cones femininos e masculinos sendo ambos constituidos por escamas férteis.

Clica na hiperligação abaixo apresentada para obter mais informações caerca deste tema:

sábado, 23 de janeiro de 2010

Actividades Laboratoriais realizadas no 1ºPeríodo


Durante o 1º preríodo deste ano lectivo (2009/2010) realizamos as seguintes actividades laboratoriais:
"Como extrair o DNA do Kiwi ?"

Depois de termos elaborado uma maqueta onde apresentamos a estrutura de uma molécula de DNA.


O ADN contém a linguagem da vida. É um marco muito importante na biologia molecular. Possuiu uma estrutura muito interessante, e de fácil compreensão.
Uma vez que o melhor é ver, ao extrairmos o DNA do Kiwi tivemos a oportunidade de observar a molécula de DNA.
Se quiseres observar a mesma clica na hiperligação relativa á "Actividade Laboratprial 1.0", verás todo o processo efectuado para extrair a mesma.
Se estiveres curioso(a) em relação á estrutura do DNA clica na hiperligação referente á molécula elaborada pelo nosso grupomesma "A nossa Molécula".


A nossa Molécula de DNA:
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=1265b91f7f43ceb3&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g4se0erh0&zw
Actividade Laboratorial nº1:
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=1265b91f7f43ceb3&attid=0.2&disp=attd&realattid=f_g4seyenx1&zw

Quais as principais diferenças entre a fase mitótica nas células animais e nas células vegetais ?

A fase mitótica é uma das duas etapas do ciclo celular e compreende dois estados: a mitose (fase responsável pela divisão do núcleo, nas células eucarióticas) e a citocinese (fase responsável pela divisão física do citoplasma, em todas as células).
Apesar de a mitose ser um processo contínuo divide-se em quatro estádios: prófase, metáfase,anáfase e telófase. Com o intuito de observar-mos estes e de distingui-los realizámos uma actividade laboratorial, que podes ver clicando na hiperligação abaixo apresentada.

Actividade Laboratorial nº2: https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=126710f7eb43ffc4&attid=0.1&disp=attd&zw


"Que estratégias á para a Reprodução Assexuada?"
Reprodução Assexuada é um processo, muito comum na natureza, que envolve um só progenitor, não ocorrendo fecundação. Neste processo a reprodução dá-se por mitoses sucessivas, sendo os novos seres idênticos aos seus progenitores. Numa Das aulas que tivemos no 1º período tivemos a oportunidade de estudar os vários processos de reprodução assexuada, principalmente a Gemulação e a Esporulação, através da realização de uma Actividade Laboratorial em que estudamos a o processo de reprodução nas Leveduras e no Bolor. Podes verificar as conclusões a que chegamos clicando na hiperligação que se segue.
Actividade Laboratorial nº3:

"Como ocorre a reprodução nas plantas com flor"

Assim como se verificam no Reino Animalia diferentes processos de reprodução, também no Reino Plantae é possível verificar que existem divervas formas de reprodução, conforme a classe e o género a que pertencem as plantas em questão.

As angiospérmicas são as plantas que apresentam um processo reprodutivo mais complexo, por isso, tivemos a oportunidade de estudar a reprodução de uma angiospérmica, a coroa-de-rei. Damos-te agora a oportunidade de ver o que fizemos para estudar a mesma, só precisas de clicar na hiperligação que te apresentamos abaixo.

Actividade Laboratorial nº4:
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=1265bb92027015da&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g4shumj60&zw

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Depressões na Adolescência


Nos últimos 20 anos, o índice de suicídios entre adolescentes triplicou, sendo por isso de fundamental importância, que pais e professores tenham um mínimo de conhecimento da doença para poderem reconhece-la e ajudar o adolescente.
A depressão é uma doença silenciosa que pode afectar pessoas de todas as idades, incluindo crianças e jovens. Trata-se de um conjunto de sinais e sintomas que provocam um profundo sofrimento psíquico o que, por sua vez, leva a alterações comportamentais. Na adolescência é frequente confundir as tão habituais oscilações de humor, cuja origem se deve às hormonas, com estados depressivos. A diferença entre os dois estados está na intensidade e na duração de cada um deles.
A depressão caracteriza-se pela permanência de humor negativo, com repercussões a nível físico, como falta de energia e motivação, dificuldade em dormir, problemas de apetite que levam ao aumento ou perda de peso, mal-estar físico com permanente cansaço e com dores musculares. O adolescente deprimido tem uma auto-estima muito baixa e torna-se, por isso, um alvo fácil das más companhias e envereda, muitas das vezes, pelo caminho do álcool e das drogas. Para conseguir ultrapassar a depressão é necessário recorrer a uma ajuda especializada. No caso de alguns adolescentes é suficiente a intervenção de um psicólogo, mas para outros é imprescindível o recurso a medicamentos.


Junto com a tristeza e às vezes até sem ela, existe a irritabilidade exagerada, talvez seja o sintoma mais comum da depressão em crianças e adolescentes.Se junto com a tristeza e a irritabilidade o jovem mostrar falta de interesse pelas coisas que antes gostava e com pensamentos negativos sobre si mesmo e sobre o futuro, com certeza, está deprimido. Também é preciso pensar em depressão no adolescente que está sempre cansado e sonolento, com dores de cabeça e distúrbios gastrintestinais e menstruais exagerados.
Se suspeitar que um jovem está deprimido é importante, com muita paciência, carinho e compreensão, estimulá-lo a falar dos seus sentimentos e dos seus sintomas, para esclarecimento dos factos.
É importante explicar-lhe a depressão e a necessidade de procurar um médico imediatamente.
Reflexao: A depressão nos adolescentes por vezes é difícil de reconhecer, mas quando reconhecida e admitida pelos adolescentes em questão é facilmente tratável, necessitando apenas do apoio familiar e por vezes do auxílio de um médico. Em contrapartida, quando se verifica uma situação em que a depressão não é admitida, nem reconhecida pelo adolescente o tratamento da mesma torna-se mais complicado, sendo necessário recorrer à psicoterapia. Uma depressão leve não tratada, ou tratada de forma inadequada, pode afectar definitivamente a qualidade de vida, ou agravar-se, causando várias consequências.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Polipódio


Reprodução do Polipódio




O polipódio é um feto muito comum no nosso país, predominando em locais húmidos e sombrios, tais como zonas arborizadas, base de árvores e muros velhos, etc.
Esta planta está presa ao solo por raízes provenientes do rizoma, de onde partem também as folhas desenvolvidas com um limbo muito recortado.
O feto reproduz-se por esporulação, processo de reprodução sexuada, através da germinação dos seus esporos, produzidos nos esporângios, que vão dar origem ao protalo. É no protalo que se encontram as estruturas de produção de gâmetas, ou seja, o anterídeo e o arquegónio.
Na época de reprodução, surgem, na parte inferior dos folíolos, pequenas estruturas arredondadas e verdes. Estas estruturas vão se tornando amarelas à medida que vão amadurecendo, designando-se por soros ou esporângios. É nesta estrutura que vai ocorrer a germinação de esporos, considerando-se assim estruturas reprodutivas.
Os esporos são estruturas obtidas por meiose, e vão originar o protalo, aquando caídas na terra, devido ao rebentamento dos esporângios.
O protalo é uma estrutura verde, laminar, com cerca de 6mm a 1cm, que resulta da germinação dos esporos. O protalo, na sua face inferior, apresenta pêlos absorventes que lhe permitem a sua fixação ao solo e também a sua vida independente. É nestes pêlos absorventes e através dos anterídeos e dos arquegónios, que vão ser produzidos os gâmetas masculinos e femininos, respectivamente, os anterozóides e as oosferas, permitindo assim que, posteriormente, ocorra a fecundação, e se origine uma nova planta.
Os gametângios e os gâmetas masculinos e femininos apresentam diferenças entre si. Os gametângios femininos (arquegónio) aparecem mais junto da chanfradura e são relativamente maiores que os gametângios masculinos (anterídio). Estes encontram-se mais junto aos pêlos absorventes do protalo e são mais pequenos que os gametângios femininos. Quanto aos gâmetas produzidos nos gametângios, os masculinos (anterozóides) apresentam dimensões microscópicas, e possuem um tufo de cílios numa das suas extremidades. Estes organizam-se em aglomerado e com uma forma espiralda, e são produzidos em grandes quantidades por gametângios. Em contrapartida, os gâmetas femininos (oosfera) tem uma forma arredondada, com dimensões superiores aos gâmetas masculinos. Estes são produzidos em um por gametângios, ao contrário dos gâmetas masculinos.
Assim podemos classificar o protalo como uma estrutura vegetativa monóica, ou seja, o protalo possui os gametângios femininos e masculinos em simultâneo.
O Polipódio é um ser haplodiplonte, pois tem uma fase diplonte e outra haplonte com a mesma duração, sendo a meiose pré-espórica.
O polipódio reproduz-se também por reprodução assexuada, por multiplicação vegetativa, quando as condições lhe são propícias.

Ciclo de Vida

Ciclos de Vida

O ciclo de vida de um ser vivo é a sequência de acontecimentos que ocorrem na sua vida desde a sua formação até que produz a sua própria descendência.Existe uma grande diversidade de ciclos de vida, havendo, no entanto, processos comuns a todos eles.
A ocorrência de meiose e de fecundação no ciclo de vida de um organismo tem como consequência a existência de alternância de fases nucleares, que são:

Fase haplóide ou haplofase (com n cromossomas) – tem inicio nas células que resultam da meiose, ou seja decorre entre a meiose e a fecundação e é constituída por n cromossomas;
Fase diplóide ou diplofase (com 2n cromossomas) – tem início no ovo ou zigoto, ou seja esta compreendida entre a fecundação e a meiose e é constituída por 2n cromossomas.
O desenvolvimento relativo da haplofase e da diplofase depende da posição relativa que a meiose e a fecundação ocupam no ciclo de vida.Para além da alternância de fases nuclares, há também uma alternância de gerações.
A geração é a parte do ciclo de vida de um organismo que se inicia com uma célula, dando esta origem a uma estrutura, ou entidade, multicelular, a qual irá produzir uma outra célula, através de parte da estrutura multicelular.Segundo esta definição, um ciclo de vida sexuado poderá, no máximo, apresentar duas gerações:
Geração gametófita – fase haplóide do ciclo de vida, inicia-se com o esporo e termina nos gâmetas. A estrutura multicelular da geração gametófita designa-se gametófito, onde se irão diferenciar gametângios, estruturas que contêm células que produzirão gâmetas. Os gametângios femininos designam-se oócitos (unicelulares) ou arquegónios (pluricelulares), enquanto os masculinos se designam anterídeos;
Geração esporófita – fase diplóide do ciclo, inicia-se com o zigoto e termina com a célula-mãe dos esporos. A estrutura multicelular desta fase designa-se esporófito. No esporófito diferenciam-se estruturas designadas por esporângios, contendo células que se dividem por meiose e originam esporos.
Os componentes das duas gerações já foram mais referidos no post anterior.

Fecundação

A fecundação é a fusão dos materiais dos núcleos de dois gâmetas que dá lugar a formação de um zigoto, o embrião. A conjugação é um tipo de fecundação que pode ocorrer nas bactérias, algas e outros organismos inferiores, que se reproduzem pela transferência ou troca de material genético entre duas células, ou por sua fusão em uma.
Na maioria das formas superiores, a reprodução é o resultado da união de dois gametas distintos, sendo um masculino e outro feminino.
O gâmeta feminino, chamado ovo ou óvulo, é relativamente grande e contém uma reserva de nutrientes. Os gâmetas masculinos, denominados espermatozóides, apresentam uma reserva bastante pequena de nutrientes.
Os gâmetas são haplóides, ou seja, possuem apenas metade do número de cromossomas de uma célula diplóide, que, ao contrário das haplóides, apresentam cromossomas aos pares. O zigoto é o resultado da união de duas células haplóides (gâmeta feminino + gâmeta masculino) que, depois de unidas, tornam-se diplóide.



Tipos de fecundação:
Fecundação Externa — frequente em muitos invertebrados aquáticos, em muitos peixes e na maioria dos anfíbios. O macho e a fêmea lançam seus gâmetas na água e o encontro entre eles ocorre fora do corpo.
A quantidade de gâmetas produzidos é significativa para compensar a grande perda; por exemplo, a fêmea do dourado produz cerca de 2 milhões de óvulos durante a época de reprodução, mas estima-se que menos de dez filhotes conseguem chegar à fase adulta;

Fecundação Interna - forma dominante de fecundação para os animais terrestres, ela é realizada por répteis, aves, mamíferos e diversos invertebrados (insectos, aranhas, etc.), mas é frequente também em alguns animais aquáticos, como o polvo, a lula e alguns peixes. Como os espermatozóides são lançados no sistema reprodutor feminino, a fecundação interna é uma importante adaptação à vida terrestre, que impede a desidratação dos gâmetas. Esse tipo de fecundação reduz ao máximo o desperdício de gametas e permite uma economia no número de óvulos produzidos.
Com ela surgiram hábitos mais complexos de corte: em muitas espécies, o macho possui um pénis, órgão que facilita a introdução de gamelas na fêmea.

Ovelha Dolly

Dolly foi a primeira clonada a partir do núcleo de uma célula mamária de uma ovelha, como é possível observar no esquema acima apresentado. Antes da clonagem da ovelha Dolly, os investigadores tinham chegado a clonar ovelhas a partir de células embrionárias. Em Fevereiro de 1997, um grupo de cientistas escoceses, liderado pelo inglês Ian Wilmut, anuncia a realização da primeira cópia genética (clonagem) de um mamífero adulto de 6 anos, a partir duma célula somática: a ovelha da raça Finn Dorset, batizada como Dolly. Na experiência, os pesquisadores usaram uma célula da glândula mamária, cujo núcleo (onde está armazenado o material genético) foi retirado e transferido para um óvulo enucleado. Essa nova célula formada com o auxílio duma corrente eléctrica foi então implantada no útero de uma terceira ovelha, onde Dolly foi gerada.
Porém, enquanto que a maior parte das ovelhas vive entre o 11 e o 12 anos, Dolly morreu com 6 anos e meio após ter começado a manifestar doenças frequentemente associadas à velhice, a partir da idade de cinco anos e meio.
Um dos temores principais era que Dolly nascesse prematuramente velha. Dolly deu nascimento a 4 ovelhas, o primeiro nascimento teve lugar em 1998, as três seguintes em 1999. Este nascimento foi de excelentes notícias, provando que animal clonado não era um estéril e podia reproduzir-se sem problema essencial. Recentemente tem sido demonstrado uma relação directa entre a dimensão dos telómeros e a esperança de vida (em saber mais: a dimensão dos telómeres influencia a esperança de vida). Os telómeros agiriam como um relógio molecular que controla o número de divisão da célula antes de induzir a sua morte. Em 1999, os cientistas observaram que as células Dolly apresentavam sinais de envelhecimento. Em Janeiro de 2002, foi anunciado que Dolly apresentava sinais de artrite ao quadril e os joelhos esquerdos. A artrite é uma doença bastante comum nas ovelhas, mas habitualmente a artrite aparece numa idade mais avançada, bem como uma localização diferente. A artrite foi tratada eficazmente graças a anti-inflamatórios.
Os investigadores dizem que é necessário esperar os resultados da autópsia para determinar se esta doença é ligada ao facto de Dolly ser um animal clonado. Contudo favorecem actualmente outra hipótese. É com efeito possível que Dolly foi vítima duma infecção que progride lentamente. Recusaram-se a citar o nome da infecção, afirmaram que pelo menos outra ovelha da exploração agrícola onde se encontrava Dolly tinha apresentado os mesmos sinais clínicos. Para eles a explicação mais provável é por conseguinte que Dolly apanhou esta infecção. (Em baixo, representação da formação da ovelha Dolly.)
Dolly morrer imediatamente após o seu 6º aniversário não é, talvez, um azar. Com efeito, os cromossomas que permitiram criar Dolly viviam há mais de 12 anos, e é nessa idade que as ovelhas costumam morrer.

Clonagem


Clonagem é a produção de indivíduos geneticamente iguais. É um processo de reprodução assexuada que resulta na obtenção de cópias geneticamente idênticas dum mesmo ser vivo – microorganismo, vegetal ou animal.
A reprodução assexuada é um método próprio dos organismos constituídos por uma única ou por um escasso número de células, por via de regra absolutamente dependentes do meio onde vivem e muito vulneráveis às suas modificações.
Clonagem em biologia é o processo de produção das populações de indivíduos geneticamente idênticos, que ocorre na natureza quando organismos, tais como bactérias, insetos e plantas reproduzirem assexuadamente. Clonagem em biotecnologia refere-se aos processos usados para criar cópias de fragmentos de DNA (Clonagem molecular), células (Clonagem Celular), ou organismos. Mais genericamente, o termo refere-se à produção de várias cópias de um produto, tais como os meios digitais ou de software.
Clonagem natural
A clonagem é natural em todos os seres originados a partir de reprodução assexuada (ou seja, na qual não há participação de células sexuais), como é o caso das bactérias, dos seres unicelulares e mesmo da relva de jardim. A clonagem natural também pode ocorrer em mamíferos, como no tatu e nos gémeos univitelinos. Nos dois casos, embora haja reprodução sexuada na formação do ovo, os descendentes idênticos têm origem a partir de um processo assexuado de divisão celular. Os indivíduos resultantes da clonagem têm, geralmente, o mesmo genótipo, isto é, o mesmo património genético.
Clonagem induzida
A clonagem induzida é feita a partir de um processo no qual é retirado de uma célula um núcleo, e de um óvulo a membrana. A junção dos dois depois é colocada numa barriga de aluguer, ou mesmo em laboratório, para a clonagem terapêutica.
A clonagem induzida artificialmente é uma técnica da engenharia genética aplicada em vegetais e animais, ligada à pesquisa científica. Nesse caso, o termo aplica-se a uma forma de reprodução assexuada produzida em laboratório, de forma artificial, baseada num único património genético. A partir duma célula - mãe, ocorre a produção duma ou mais células (idênticas entre si e à original), que são os clones. Os indivíduos resultantes desse processo terão as mesmas características genéticas do indivíduo «doador», também denominado «original».
Clonagem reprodutiva
Uma das técnicas básicas usadas por cientistas é a transferência nuclear da célula somática (SCNT ou TNCS). Esta técnica foi usada por cientistas durante muitos anos, para clonar animais através de células embrionárias.
Como o nome da técnica implica, a transferência duma célula somática está envolvida neste processo. Esta célula somática é introduzida, então, numa célula retirada de um animal (ou humano), logo depois da ovulação. Antes de introduzir a célula somática, o cientista deve remover os cromossomas, que contêm genes e funcionam para continuar a informação hereditária, da célula recipiente.
Após ter introduzido a célula somática, as duas células fundem. Ocasionalmente, a célula fundida começará a tornar-se como um embrião normal, produzindo a prole, colocando-se no útero duma "mãe de aluguer" para um desenvolvimento mais propício.
Os problemas associados com a técnica de SCNT são o stress em ambas as células envolvidas no processo. Isto resulta numa taxa elevada de mortalidade de ovos recipientes. Além disso, o processo inteiro é um consumo de tempo e de recursos, porque as partes deste requerem o trabalho manual sob microscópio. Similar a outras técnicas, esta é também ineficiente pois, apenas aproximadamente 3% dos embriões sobrevivem dado logo após o nascimento.
Clonagem embrionária
Através deste processo, multiplica-se o embrião do animal em estudo produzindo, assim, gémeos, trigémeos, etc. É um processo similar ao do que se observa na natureza. Embora em uso há anos com animais, muito pouco foi experimentado com seres humanos.

Clonagem terapêutica
A Clonagem Terapêutica é um procedimento cujos estágios iniciais são idênticos à clonagem para fins reprodutivos mas que difere no facto do blastocisto não ser introduzido no útero: este é utilizado em laboratório para a produção de células tronco a fim de produzir tecidos ou órgão para transplante.
Esta técnica tem como objectivo produzir uma cópia saudável do tecido ou do órgão duma pessoa doente para transplante. As células - tronco embrionárias são particularmente importantes porque são multifuncionais, isto é, podem ser usadas em diferentes tipos de células. Podem ser utilizadas no intuito de restaurar a função dum órgão ou tecido, transplantando novas células para substituir as células perdidas pela doença, ou substituir células que não funcionam adequadamente devido a defeito genético (ex: doenças neurológicas, diabetes, problemas cardíacos, Acidente vascular cerebral, lesões da coluna cervical e doenças sanguíneas.
As células - tronco adultas não possuem essa capacidade de transformarem-se em qualquer tecido. As células musculares vão originar células musculares, as células do fígado vão originar células do fígado, e assim por diante.

Clone
A palavra clone foi introduzida na língua inglesa no início do século XX. A sua origem etimológica é da palavra grega κλων (lê-se klón), que quer dizer broto dum vegetal.
Clone é um conjunto de células geneticamente idênticas que são todas descendentes duma célula ancestral, podendo dar origem a um grande número de organismos iguais entre si. Designa também todos os indivíduos, considerados colectivamente, resultantes da reprodução assexuada (partenogénese) duma única forma inicial individualizada. É também a réplica exacta dum gene obtido por engenharia genética numa sequência de ácido desoxirribonucleico (DNA). Os componentes dum clone têm sempre a mesma constituição genética desde que não ocorram quaisquer mutações.
Potenciais da clonagem humana
Benefícios:
-Ao longo da evolução do tempo, foram vários os benefícios que os cientistas acreditam que a clonagem humana tem. Aqui estão algumas das suas ideias sobre o assunto:
-O rejuvenescimento. O Dr. Richard Seed, um dos principais propulsores da clonagem humana, sugere que um dia, poderá vir a ser possível inverter o processo do envelhecimento devido à aprendizagem que nos é fornecida através do processo de clonagem;
-A tecnologia humana da clonagem podia ser usada para inverter os ataques cardíacos. Os cientistas afirmam que conseguirão tratar vítimas de ataques cardíacos através da clonagem das suas células saudáveis do coração, e injectando-as nas áreas do coração que foram danificadas. As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte em grande parte dos países industrializados;
-Casos de infertilidade. Com a clonagem, os casais inférteis poderiam ter filhos. Uma estimativa é de que os tratamentos actuais de infertilidade são menos de 10 por cento bem sucedidos. Os casais passam por um sofrimento psíquico e emocional muito grande, para uma possibilidade remota de ter filhos. Muitos perdem o seu tempo e dinheiro sem sucesso. A clonagem humana torna possível fazer com que muitos casais inférteis consigam ter filhos.
-A Cirurgia plástica, reconstrutiva e estética. Devido à clonagem humana e à sua tecnologia, os problemas, que, por vezes, ocorrem depois de algumas cirurgias de implantes mamários ou de outros procedimentos estéticos deixam de existir. Com a nova tecnologia, em vez de usar materiais estranhos ao corpo, os médicos serão capazes de manufacturar o osso, a gordura, ou a cartilagem que combina os tecidos dos pacientes exactamente. Qualquer um poderá ter a sua aparência modificada para sua satisfação, sem riscos de doença. As vítimas dos acidentes terríveis que deformam o rosto (por exemplo), devem assim conseguir voltar a ter as suas características, sendo reparadas e de maneira mais segura. Os membros para amputados também poderão vir a ser regenerados.
-Implantes mamários. Muitas pessoas verificaram que os implantes mamários as faziam ficar doentes, com doenças próprias dos seus sistemas imunes, devido a algumas incompatibilidades produzidas por materiais usados no aumento de peito. Com a clonagem humana e a sua tecnologia de implantes mamários e outros formulários da cirurgia estética, poderia ser feito com implantes que não seriam diferentes dos tecidos normais da pessoa.
-Genes defeituosos. Cada pessoa carrega em média 8 genes defeituosos dentro dela. Estes genes defeituosos permitem que as pessoas fiquem doentes quando permaneceriam doutra maneira, saudáveis. Com a clonagem e a sua tecnologia pode ser possível assegurar-se de que não soframos mais por causa dos nossos genes defeituosos.
-Casos de Síndrome de Down. As mulheres com risco elevado para a Síndrome de Down poderão evitar esse risco através da clonagem;
-Problemas no fígado e nos rins. Poderá ser possível clonar fígados humanos para transplante dos mesmos;
-A Leucemia. Este espera-se ser um dos primeiros benefícios a vir desta tecnologia;
-Vários tipos de Cancro. Poderemos aprender como trocar células, ‘‘on’’ and ‘‘off’’, através da clonagem, e assim, ser capaz de curar diversos cancros. Os cientistas ainda não sabem exactamente se as células se diferenciam em tipos específicos do tecido, nem compreendem porque células cancerígenas perdem o seu isolamento;
-Fibrose Cística. Poderemos conseguir produzir uma terapia genética eficaz contra a fibrose cística. Alguns cientistas já se encontram a trabalhar nesta área;
-Ferimento da coluna vertebral. Aprenderemos a fazer crescer, outra vez, os nervos ou a parte posterior da coluna vertebral, quando magoada. Tetraplégicos poderão sair das suas cadeiras de rodas e voltar a andar.
-Testar algumas doenças genéticas. A clonagem pode ser usada para testar, e talvez curar, doenças genéticas.
-As espécies em vias de extinção poderiam ser salvas - com a pesquisa que conduz à clonagem humana nós aperfeiçoaremos a tecnologia para clonar animais, e assim nós poderíamos para sempre preservar a espécie posta em perigo, incluindo seres humanos.
Riscos:
-A possibilidade de comprometer a individualidade;
-A perda de variabilidade genética;
-Envelhecimento precoce;
-Grande número de anomalias;
-Lesões hepáticas, tumores, baixa imunidade;
-Um mercado negro de fetos pode surgir, de doadores "desejáveis" que queiram clonar-se a eles próprios, como estrelas de cinema, atletas entre outros;
-A tecnologia não está ainda bem desenvolvida, tendo uma baixa taxa de fertilidade (para clonar a Dolly foram precisos 277 ovos, 30 começaram a dividir-se, 9 induziram a gravidez e apenas 1 sobreviveu);
-Os clones poderão ser alvo de discriminação por parte da sociedade;
-Os clones poderão estar sujeitos a problemas psicológicos desconhecidos, com impacto na família e na sociedade.
-Esta temática da clonagem poderá contribuir, de certa forma, para o aumento da população mundial, o que significa que, se a clonagem começar a ser realizada, os recursos naturais poderão começar a esgotar-se ainda mais rapidamente, pois as pessoas serão em maior número e os recursos manter-se-ão ou diminuirão de quantidade.

Células Estaminais

As células estaminais são células extraordinárias cujo destino ainda não foi "decidido". Podem transformar-se em vários tipos de células diferentes, através de um processo denominado "diferenciação". Nas fases iniciais do desenvolvimento humano, as células estaminais do embrião "diferenciam-se" em todos os tipos de células existentes no organismo - cérebro, ossos, coração, músculos, pele, etc.
Num futuro próximo, a investigação das células estaminais poderá revolucionar a forma de tratamento de muitas "doenças mortais" como, por exemplo, acidentes vasculares cerebrais, a diabetes, doenças cardíacas e até mesmo a paralisia.
As atitudes relativamente à utilização de células estaminais embrionárias para fins de investigação e tratamentos médicos variam de país para país. Na Alemanha, por exemplo, a remoção de células estaminais de um embrião humano é considerada ilegal.
Na Grã-Bretanha é legal mas, de acordo com regulamentos rigorosos, os cientistas britânicos podem utilizar embriões humanos para investigação até 14 dias após a fertilização. Nesta altura, o embrião é uma bola de células com cerca de um quarto do tamanho de uma cabeça de alfinete (0,2 mm).Muitos países ainda não possuem leis claras que regulem a investigação de células estaminais humanas.
Uma vez que a utilização de embriões é uma questão controversa eticamente, os cientistas em todo o mundo estão à procura de outras fontes de células estaminais. As células estaminais encontradas na medula óssea dos adultos são uma possibilidade. Estas células têm o potencial para se "diferenciarem" em diferentes glóbulos vermelhos ao longo do ciclo da vida.
No futuro, os cientistas esperam manipular estas células estaminais adultas para que, em vez de produzirem apenas glóbulos vermelhos possam produzir células do cérebro, fígado, coração e células nervosas.

Doenças Génicas


As doenças génicas são uma consequência da ocorrencia de mutações génicas, que se verificam quando ocorrem modificações subitas em genes, que envolvem a estrutura dos mesmos, estas alterações envolvem uma alteração pontual ao nível dos nucleótidos de um gene.
As mutações génicas ocorrem:
1.Por substituição: -Mutação Silenciosa ( o codão codifica o mesmo aminoácido. Não tem efeitos no fenótipo.);
- Mutação com perda do sentido ( o codão mutado implica a substituição de um aminoácido por outro. A proteina codificada pode ser alterada.);
- Mutação sem sentido (o codão mutado converte-se num codão stop, ou ao contrário. Origina uma proteína mais curta ou mais longa do que é normal).
2.Por delecção: - Pode ser removida uma unica base de DNA ou milhares delas. A remoção de um número de bases que não seja múlptiplo de três altera a completamente a mensagem do gene.

3.Por inserção:- O número de bases adicionadas ao DNA pode variar. A adição de um número que não seja múltiplo fde três altera completamente a mensagem do gene. Quando é inserida uma sequência igual á outra ocorre uma duplicação.
São exemplos de doenças génicas o Albinismo e a Anemia Falciforce.

Albinismo

Albinismo é a ausência parcial ou total do pigmento melanina na pele, no cabelo e nos olhos. Pessoas de pele clara e rosada, olhos azul acinzentados ou róseo-claros e cabelos esbranquiçados sofrem de albinismo, uma patologia congénita em que os pais, não necessariamente albinos, são portadores do gene causador da doença. Na fecundação , se os dois genes se juntam, as células do bebé não são programadas para produzirem a melanima.
Existe mais de um tipo de albinismo e alguns atingem apenas os olhos. Entretanto, a forma mais perigosa de albinismo é a que determina a total ausência de pigmento por todo o corpo denominada albinismo universal ou óculo-cutâneo .
O albinismo óculo -cutâneo caracteriza-se por uma acentuada hipopigmentação da pele, cabelos e olhos. A pele é branco-leitosa e desenvolve eritemas intensos em resposta à exposição ao sol. O cabelo é branco, amarelado ou pardo-amarelado. Os olhos não têm pigmento na coróide nem na retina, e a íris é diáfana, em geral azul-acinzentada. Invariavelmente ocorrem nistagmo, fotofobia e diminuição da acuidade visual. As pupilas são às vezes vermelhas crianças, mas nos adultos são sempre negras.
Os albinos apresentam grande susceptibilidade ao câncer de pele: sua longevidade está em média diminuída, devido a isso e a acidentes decorrentes da baixa acuidade visual. Os cuidados médicos consistem na protecção da pele contra a irradiação solar e no uso de óculos escuros e de grau.
A doença decorre de um bloqueio incurável da síntese de melanina devido à ausência da enzima tirosina nos melanócitos os quais estão, entretanto, presentes em número normal, mas são incapazes de produzir o pigmento.

Anemia Falciforce
A Anemia Falciforce é uma hemoglobinopatia. As hemoglobinopatias constituem um grupo de doenças genéticas decorrentes de anormalidades na estrutura ou na produção da hemoglobina, molécula presente nos glóbulos vermelhos que leva oxigénio a todas as partes do corpo.
A anemia falciforce resulta de uma mutação no gene que codifica a cadeia globina b, levando à formação da hemoglobina de falsificação (HbS), A hemoglobina S, como 90% de outras hemoglobinas anormais, resulta da substituição de um único aminoácido na cadeia globina. A hemoglobina é um tetrâmero de 4 cadeias globina, compreendendo 2 pares de cadeias similares. No adulto normal, a hemoglobina compõe-se de 96% HbA 3% HbA2 e 1% de hemoglobina fetal Hbf. A substituição da valina por glutamina na posição seis da cadeia ß produz a Hbs. No homozigoto toda a HbA é substituída por HbS, enquanto que no heterozigoto, somente cerca da metade é substituída. Assim, esta doença codominante autossómica no heterozigoto, chamada carácter falciforme, é leve; os homozigotos para HbS apresentam a forma completa da anemia falciforme, que afeta os glóbulos ou as células vermelhas do sangue e tem sua manifestação inicial na infância. Torna-se geralmente, aparente no 2o ou no 3o ano de vida, à medida que a hemoglobina fetal (Hbf) vai sendo gradualmente substituída pela hemoglobina de falsificação(Hbs). Na anemia falciforme, os glóbulos podem alterar sua consistência e seu formato, tornando-se rígidos e adoptando a forma de foice. Nestes casos, podem também agrupar-se e formar tampões, dificultando a circulação sanguínea e, consequentemente, a oxigenação dos tecidos. Assim, as manifestações clínicas da doença falciforme são anemia crónica por destruição das hemácias (tipo hemolítico) e os fenómenos trombóticos muitas vezes acompanhados de dor de intensidade que pode ser muito variada. Além de provocar palidez, dificuldades em respirar, e batidas do coração aceleradas, infecções agudas, como meningite, inflamação do baço e derrame cerebral .

Doenças Cromossómicas

Mutações cromossómicas são alterações estruturais e numéricas no conjunto de cromossomas de um indivíduo, ou seja, nas doenças cromossómicas a alteração não é devida a uma mutação no código genético, mas sim a um excesso ou deficiência dos genes presentes em todo o cromossoma ou nos segmentos cromossómicos. Por exemplo, a presença de uma cópia extra do cromossoma 21 consiste numa trissomia autossómica designada por Síndrome de Down, mesmo que nenhum gene individual do cromossoma seja anormal.Estas doenças são relativamente comuns, afectando cerca 7/ 1 000 recém-nascidos e correspondem a metade dos abortos espontâneos do primeiro trimestre.

Entre estas doenças, encontram-se algumas trissomias autossómicas, tais como o:

1.Síndrome de Down;

2. Síndrome de Edwards;

3. Síndrome de Patan.
As doenças de um único gene são doenças genéticas causadas por genes mutantes.A mutação pode estar presente num só cromossoma (mascarado pelo alelo normal no cromossoma homólogo) ou nos dois cromossomas de um par de homólogos. Em qualquer caso, o resultado consiste num único erro, crítico na informação genética.Estas doenças geralmente apresentam padrões típicos e bastantes óbvios. Muitos destes defeitos são raros, com uma frequência que pode ser estimada até 1/500.

O Síndrome de Down, trissomia 21 ou mongolismo, é de longe a doença cromossómica mais bem conhecida, esta doença é a mais frequente das síndromes de defeitos congénitos múltiplos associados a atraso mental.A síndrome de Down também é conhecida por mongolismo, uma vez que o fenótipo típico desta doença reflecte alguns caracteres orientais (por exemplo, olhos oblíquos com ângulos externos elevados). Actualmente considera-se este termo como sendoinapropriado, pelo que não deve ser utilizado.

Nas mutações cromossómicas é importante distinguir se ocorrem em células estaminais ou células de linha germinativa. Quando as mutações ocorrem ao nível das gâmetas, mutações germinativas, estas podem ser transmitidas ás gerações seguintes (são hereditárias). Se as mutações tiverem lugar noutras células, mutações sumáticas não transmissíveis á descendência.

Doenças Genéticas


A categoria de doenças genéticas é bastante ampla, incluindo doenças cromossómicas, doenças génicas (autossómicas dominantes, autossómicas recessivas ou ligadas ao X) e doenças multi-factoriais, as quais emergem da interacção de um componente genético, usualmente poligénico, com factores ambientais. Do ponto de vista de indicação para diagnóstico pré-natal é conveniente separar as indicações por risco aumentado de cromossomopatia de outras categorias.
Na prática clínica, o principal significado da Genética Humana está centrada nas causas de um elevado número de doenças. Qualquer doença é o resultado da acção combinada dos genes e do ambiente, podendo a componente genética ter maior ou menor peso no desenvolvimento da doença.É possível classificar as doenças causadas, parcial ou totalmente, pelos factores genéticos, em três grupos:
Doenças de um único gene;
Doenças cromossómicas;
Doenças multifactoriais.

A informação sobre a frequência das doenças genéticas na população é indispensável não só para o planeamento dos cuidados de saúde mas também para a elaboração de uma base de dados, a partir da qual poderão ser confrontadas futuras alterações.
As frequências das doenças genéticas funcionam como indicadores da incidência destas doenças na população.No entanto, os valores de frequência podem estar subestimados. Por exemplo, a frequência estimada para as doenças cromossómicas (0.19 %) correspondem apenas a 1/3 das obtidas por análise citogenética de uma série extensiva de recém-nascidos.
Durante os últimos 40 anos, muitos dos conhecimentos adquiridos permitiram consolidar o papel da genética na medicina. Entre 1940 e 1990, a Citogenética humana e a Biologia Molecular foram responsáveis pela caracterização e diagnóstico pré-natal de muitas doenças genéticas. Os próximos grandes passos consistirão na expansão da detecção e prevenção da doença genética, na correcção de alguns genes mutados, através da Engenharia Genética, e no mapeamento de todo o genoma humano.O mecanismo da susceptibilidade para muitas doenças comuns, incluindo as neoplasias (tumores), será compreendido, permitindo a sua prevenção.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Genoma Humano


Genoma é o conjunto de todo o material genético localizado no núcleo das células de um ser vivo. Ele é distribuído em cromossomas, que são compostos pela molécula DNA.
O genoma humano é o código genético humano. É o conjunto de todo o material genético localizado no núcleo das células de um ser vivo. Neste material genético está contida toda a informação para a construção e funcionamento do organismo humano. Este código está contido em cada uma das nossas células. O genoma humano distribui-se por 23 pares de cromossomas, que por sua vez, contêm os genes. Toda esta informação é codificada pelo ADN (ácido desoxirribonucleico) que se organiza numa estrutura de dupla hélice, formada por quatro bases que se unem invariavelmente aos pares - adenina com timina, por duas ligações de hidrogénio e citosina com guanina, por três ligações de hidrogénio.
O DNA contém a informação básica necessária para o desenvolvimento físico de um ser humano completo.
O genoma humano permite-nos conhecer as causas da maioria das doenças, o que permite diagnosticar e curar muitas delas, assim como prever os potenciais riscos das mesmas.
Este tem um comprimento equivalente a uma viagem de ida e volta ao Sol 600 vezes.

Biologia


Biologia é o ramo da ciência que estuda os seres vivos, (é sobre este ramo que nos vamos debruçar em primeiro lugar), ou seja, estuda a biosfera.

A Biosfera é um sistema global que inclui toda a vida na Terra, os respectivos ambientes e todas as ligações estabelecidas entre si. Por outras palavras podemos dizer que a biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas presentes na Terra.
Organização da biosfera - Os sistemas biológicos está organizada de uma forma hierarquizada, desde a célula até á biosfera.
Diversidade da Biosfera - Alguns seres vivos são formada por uma só célula muito simples, sem núcleo individualizado – células procarióticas. Outros seres são formados por células mais complexas, com núcleo organizado e individualizado – células eucarióticas.
Os seres que possuem células eucarióticas podem ser unicelulares ou pluricelulares.